Valores esquecidos no Banco Central poderão ser resgatados em 2023

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O Banco Central (BC) divulgou hoje (8) em Brasília, que o Sistema de Valores a Receber (SVR), que está interrompido desde abril, ainda tem R$ 4,6 bilhões deixados em instituições financeiras para serem resgatados. Desse montante, 3,6 bilhões foram distribuídos a 32 milhões de pessoas e R$ 1 bilhão a 2 milhões de empresas.

O BC também divulgou que aceitará dados de instituições em janeiro. A data de reabertura da consulta SVR ainda não foi definida.

No entanto, uma agência esclareceu que o despacho geral expedido em novembro obriga as instituições a repassar às autoridades financeiras informações sobre valores esquecidos.

As instituições irão repassar ao BC alguns tipos de valores deixados para trás pelos correntistas: contas pré-pagas e pós-pagas que foram encerradas com saldo positivo; contas cadastrais mantidas por sociedades negociadoras de títulos e sociedades distribuidoras de valores mobiliários para registrar transações, fechadas de clientes com saldos disponíveis; • outras condições que façam com que o reembolso seja reconhecido pelas instituições.

De acordo com o Banco Central, as informações recebidas das instituições financeiras serão processadas ​​e disponibilizadas aos correntistas assim que o SVR reabrir.


Contando dinheiro (Foto: Reprodução/Tribuna do Paraná)


O órgão informou que também está trabalhando no desenvolvimento do sistema, como a introdução de novos tipos de taxas e retirada pelos herdeiros e representantes legais dos falecidos.

Assim que o programa para reaberto, o BC para notificado, os herdeiros, administradores, gerentes ou representantes legais do falecido poderão verificar a presença de bens esquecidos e receber instruções sobre como retirar o dinheiro. Eles terão que assinar um termo de responsabilidade antes de serem nomeados.

A abertura do SVR para os já falecidos foi anunciada pelo BC no início deste ano, mas foi paralisada pela greve do sindicato, que durou de abril a julho.

Outra inovação será a implementação de uma fila de espera para entrar no SVR. A ferramenta substituirá o método de login agendado (com data e hora) que funcionava na primeira versão do sistema.

Foto destaque: Sede do Banco Central. Reprodução/Onze

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