R$ 114 Bilhões em Bitcoin e criptomoedas é o volume negociado pelos brasileiros em 12 meses, segundo Receita Federal

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Dados da Receita Federal sobre a negociação de Bitcoin e criptomoedas no Brasil revelam que mais de R$ 114 bilhões forma negociados pelos brasileiros

Os brasileiros já negociaram mais de R$ 114 bilhões em Bitcoin e criptomoedas, segundo dados da Receita Federal do Brasil (RFB)

Os dados foram informados a RFB pelas exchanges e vendedores de bitcoin em cumprimento a Instrução Normativa (IN) 1888 que passou a vigorar a partir de agosto do ano passado.

Assim, no total, durante os 12 meses, os brasileiros negociam R$ 114.287.706.199.

Como mostram os dados, a maior parte do volume das negociações é feita por brasileiros em exchanges internacionais.

No entanto, embora o número seja bilionário e revele o Brasil como um importante mercado para Bitcoin e criptomoedas, ele ainda é pequeno quando comparado ao mercado global de criptoativos.

Para se ter uma ideia, usando a cotação desta segunda-feira (05), enquanto o Brasil em 365 dias negociou  US$ 25.859.863.142,12 somente nas últimas 24h, a Binance, negociou US$ 4.343.985.255.

2 milhões de clientes, mas menos de 200 mil negociando

Ainda segundo os dados da Receita Federal, embora algumas exchanges declarem que possuem mais de 1 milhão de clientes, o número de pessoas negociando bitcoin no Brasil ainda é pequeno.

De acordo com os dados da RFB, o número de pessoas físicas negociando Bitcoin no Brasil não passa de 120 mil por mês.

No caso de empresas, esse número é ainda menor e não chega a 4 mil CNPJs.

Desta forma, levando em conta o último censo populacional que estima a população do Brasil em 209.5 milhões de pessoas, pouco mais de 0.05% da população participa mensalmente do mercado de compra e venda de criptoativos.

Homens dominam

Outro dado importante sobre o mercado é que ele é majoritariamente dominado pelo público masculino.

De todos os comerciantes de Bitcoin e criptomoedas do Brasil, mais de 80% são homens.

No mês de agosto de 2020, as mulheres bateram o recorde de presença no mercado chegando a 12,78% das negociações.

Porém, foi em agosto do ano passado que registraram o maior volume percentual chegando a 17,99% do total.

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