Golpe - O Seu Jornal https://oseujornal.com.br/policia/golpe/ Mais do que notícias, informações! Wed, 27 Aug 2025 17:33:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://i0.wp.com/oseujornal.com.br/wp-content/uploads/2023/11/448020317_456241460490872_3954093572336729079_n-e1760032834415.jpg?fit=18%2C32&ssl=1 Golpe - O Seu Jornal https://oseujornal.com.br/policia/golpe/ 32 32 213349603 Polícia Civil de SP registra mais de 500 BOs contra golpes do ‘Jogo do Tigrinho’ https://oseujornal.com.br/policia/golpe/https-etudonoticias-com-br-cidades-policia-civil-dejogo-do-tigrinho/ https://oseujornal.com.br/policia/golpe/https-etudonoticias-com-br-cidades-policia-civil-dejogo-do-tigrinho/#respond Wed, 27 Aug 2025 17:33:54 +0000 https://etudonoticias.com.br/?p=1528 Polícia Civil de SP registra mais de 500 BOs contra golpes do ‘Jogo do Tigrinho’

Foto: Reprodução Investigações apontam a participação de influenciadores digitais para atrair usuários para o jogo com postagens enganosas Um jogo de cassino online é alvo de investigações da Polícia Civil de São Paulo, que apura a atuação de organizações criminosas que estariam usando a plataforma para aplicar golpes por meio da promessa de dinheiro fácil. […]

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Polícia Civil de SP registra mais de 500 BOs contra golpes do ‘Jogo do Tigrinho’

Foto: Reprodução

Investigações apontam a participação de influenciadores digitais para atrair usuários para o jogo com postagens enganosas

Um jogo de cassino online é alvo de investigações da Polícia Civil de São Paulo, que apura a atuação de organizações criminosas que estariam usando a plataforma para aplicar golpes por meio da promessa de dinheiro fácil. Desde o ano passado, já foram mais de 500 boletins de ocorrência registrados no estado contra o chamado “Jogo do Tigrinho”.

O game de celular simula uma espécie de caça-níquel, no qual o jogador faz uma aposta e aciona uma roleta em busca de sequências de figuras repetidas para recompensas em dinheiro. Como o ganho depende exclusivamente de uma suposta sorte do jogador, a prática é considerada jogo de azar e pode causar vício.

De acordo com as investigações da 3ª Delegacia do Departamento de Investigações Criminais da Polícia Civil (Deic), as plataformas ficam hospedadas fora do país e são clandestinas. Para atrair usuários, os criminosos criam perfis falsos e grupos nas redes sociais convidando para o jogo.

Segundo a polícia, os golpistas também pagam influenciadores digitais para que divulguem o jogo com postagens simulando uma vida de ostentação, que teria sido possível graças ao supostos ganhos na plataforma.

“A pessoa clica no link e é redirecionada para a plataforma, onde faz um cadastro. Normalmente, ela paga para realizar esse cadastro e começa a realizar as apostas. O que apuramos nos inquéritos é que esses influenciadores têm feito postagens falsas de supostos ganhos no jogo. Ou seja, aquela quantia de R$ 10 mil, R$ 20 mil, R$ 90 mil que eles falam que ganham não é realidade. São postagens falsas que enganam os usuários e fazem com que passem a apostar cada vez mais”, explica o delegado Eduardo Miraldi.

Em alguns casos, os usuários chegam a ganhar prêmios. Mas ao fazer o pagamento de um valor exigido para liberar a quantia total, a conta é bloqueada e o prêmio não se concretiza. “Esses eventuais prêmios não são reais, temos inúmeros boletins de ocorrência registrados no estado de pessoas que apostaram e ganharam, mas nunca receberam o prêmio. O golpe está aí”, afirma o delegado.

Além dos influenciadores e dos proprietários das plataformas, a polícia também investiga as intermediadoras dos pagamentos feitos pelos usuários. “É uma estrutura bastante complexa e que envolve muita gente para praticar esse crime”, diz Miraldi.

Com o alto volume de denúncias, a Polícia Civil tem realizado operações e feito indiciamentos contra os golpistas. Veículos e imóveis também já foram apreendidos. Além da contravenção penal devido ao jogo de azar, os envolvidos podem responder por estelionato, crime contra a economia popular, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Agência SP

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Reprodução/Pronatec Golpistas criam sites falsos que imitam grandes marcas e oferecem produtos com preços muito abaixo do mercado para atrair consumidores desatentos Nos últimos anos, um dos golpes que mais tem feito vítimas no comércio eletrônico brasileiro é o da falsa loja na internet. Com a popularização das compras online, especialmente após a pandemia da […]

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Golpe da falsa loja na internet: entenda como funciona e veja dicas para não cair na armadilha

Reprodução/Pronatec

Golpistas criam sites falsos que imitam grandes marcas e oferecem produtos com preços muito abaixo do mercado para atrair consumidores desatentos

Nos últimos anos, um dos golpes que mais tem feito vítimas no comércio eletrônico brasileiro é o da falsa loja na internet. Com a popularização das compras online, especialmente após a pandemia da Covid-19, criminosos viram no ambiente virtual uma oportunidade para aplicar fraudes cada vez mais sofisticadas, muitas vezes se passando por empresas conhecidas ou inventando marcas fictícias com aparência profissional.

A prática consiste em criar sites falsos de comércio eletrônico, muitas vezes com visual semelhante ao de grandes varejistas ou redes de marcas famosas, para enganar consumidores. Os produtos são oferecidos a preços muito abaixo da média do mercado, atraindo a atenção de quem busca economia, principalmente em datas como Black Friday, Natal, Dia das Mães ou liquidações sazonais.

Como funciona o golpe

O esquema é relativamente simples, mas muito eficaz:

  1. Criação da loja falsa: Os golpistas constroem sites com aparência profissional, usando logotipos semelhantes ao de empresas reais, domínio (endereço do site) parecido com o de marcas famosas e até integração com supostas formas de pagamento seguras.

  2. Ofertas muito atrativas: Os produtos anunciados — celulares, eletrodomésticos, móveis, roupas de marca — aparecem com preços extremamente baixos, o que desperta o interesse imediato do consumidor.

  3. Pagamento sem entrega: Após a compra, o consumidor realiza o pagamento, normalmente por pix ou boleto bancário, que são métodos difíceis de rastrear e recuperar. Em seguida, ou não recebe o produto, ou recebe algo completamente diferente do que foi comprado.

  4. Inatividade ou desaparecimento do site: Poucos dias após o golpe, os sites saem do ar, dificultando qualquer tentativa de reembolso ou denúncia efetiva.

Casos recentes

Relatórios de instituições como o Procon, Febraban e Polícia Civil revelam que esse tipo de golpe tem crescido de maneira preocupante. Em 2024, o Procon-SP recebeu mais de 25 mil reclamações relacionadas a compras não entregues ou realizadas em sites fraudulentos.

Em um dos casos que ganhou repercussão nacional, uma consumidora de Belo Horizonte perdeu R$ 2.000 ao comprar uma geladeira em um site que imitava a página oficial de uma rede de eletrodomésticos. Ela só descobriu que havia caído em um golpe quando tentou acompanhar o rastreio da entrega e não obteve resposta.

Principais sinais de alerta

Para evitar cair nesse tipo de armadilha, o consumidor deve ficar atento a alguns sinais de alerta:

  • Preços muito abaixo do mercado: Se a oferta parece boa demais para ser verdade, provavelmente é golpe.

  • Site recém-criado: Verifique o tempo de registro do site por meio de ferramentas como o Whois. Sites criados há poucos dias devem ser tratados com desconfiança.

  • Erros de português e design amador: Muitos sites fraudulentos apresentam falhas gramaticais e problemas no layout.

  • Ausência de CNPJ ou dados da empresa: Toda loja virtual verdadeira deve informar o CNPJ, razão social, endereço e canais de contato.

  • Redes sociais inexistentes ou inativas: Golpistas muitas vezes não conseguem manter presença real nas redes sociais ou usam perfis genéricos.

  • Pagamento somente via Pix ou boleto: Sites que não oferecem opção de pagamento por cartão de crédito ou plataformas reconhecidas (como Mercado Pago ou PayPal) merecem atenção redobrada.

Como se proteger

Confira algumas dicas importantes para se proteger do golpe da falsa loja na internet:

  • Pesquise antes de comprar: Busque avaliações da loja em sites como Reclame Aqui, redes sociais e fóruns de consumidores.

  • Prefira sites conhecidos ou com boa reputação: Utilize e-commerces que você já conhece ou que foram indicados por fontes confiáveis.

  • Desconfie de urgência e pressão para pagar: Golpistas usam técnicas de manipulação emocional, como “últimas unidades” ou “promoção só até hoje”.

  • Utilize cartão de crédito virtual ou plataformas intermediárias: Eles oferecem mais segurança e possibilidade de estorno em caso de fraude.

  • Consulte o CNPJ da loja: No site da Receita Federal é possível verificar se o CNPJ informado é verdadeiro e compatível com a atividade da empresa.

  • Ative alertas bancários e monitore transações: Dessa forma, é possível identificar movimentações suspeitas logo após a compra.

O que fazer se cair no golpe

Se você foi vítima de uma falsa loja na internet, é fundamental tomar as seguintes medidas:

  1. Registrar boletim de ocorrência (BO): Faça isso presencialmente ou por meio da Delegacia Virtual do seu estado.

  2. Comunicar seu banco: Especialmente se o pagamento foi feito via Pix, pode haver chance de reversão nos primeiros minutos após a transferência.

  3. Denunciar ao Procon e ao Ministério da Justiça: Isso ajuda a mapear os sites fraudulentos e proteger outros consumidores.

  4. Tentar estorno com a operadora de cartão: Em compras feitas no crédito, há possibilidade de contestação da cobrança.

  5. Reunir provas: Guarde prints do site, recibos, e-mails de confirmação e qualquer troca de mensagens.


Conclusão

O golpe da falsa loja na internet é uma ameaça real e crescente no Brasil. Por isso, é essencial que o consumidor adote uma postura cautelosa e investigativa ao realizar compras online, especialmente em sites menos conhecidos ou durante grandes promoções. A informação é a melhor arma contra fraudes digitais. Ao compartilhar essas dicas com familiares e amigos, você também contribui para uma internet mais segura e consciente.

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