IDH muito aquém do necessário

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AOrganização das Nações Unidas divulgou o seu novo ranking do índice de desenvolvimento humano. Entre as primeiras posições estão, pela ordem, Suíça, Noruega, Islândia, Hong Kong, Dinamarca e Suécia. Já os países com os piores indicadores são Somália e Sudão do Sul. O levantamento foi realizado entre 193 nações do planeta.

Nesse universo, o Brasil ocupa, com dados medidos em 2022, a 89ª colocação, tendo caído duas posições, apesar de ter avançado no IDH, passando de 0,756 para 0,760. Um simples cotejo entre a posição do país nessa aferição e sua densidade econômica no mundo mostra que há um descompasso entre riquezas produzidas e distribuídas. É nesse desequilíbrio que encontramos as causas de uma educação pouco efetiva, de uma saúde congestionada, de uma renda per capita ainda muito baixa, de um número elevado de pessoas desempregadas. Seguidamente, vemos que os entes federados batem recordes de arrecadação, mas nem sempre os recursos são geridos com a eficiência necessária. É por isso que a alta tributação deve estar coligada com políticas públicas que ajudem na prestação de mais e melhores serviços para a população. É a probidade nesses aportes que faz a diferença nos países desenvolvidos, bem como a implementação de medidas que desconcentram a renda. Um alto Produto Interno Bruto (PIB) nem sempre é a garantia de justiça social, pois é importante que a coletividade possa usufruir dos benefícios de uma economia pujante.

Melhorar a situação do país nessa tabela não deve ser tarefa de um ou outro governo durante seu mandato, com as recorrentes descontinuidades de iniciativas, mas sim um compromisso do poder público como um todo, incluindo União, estados e municípios, a curto, médio e longo prazos. Urge um pacto nacional de todos os setores produtivos em prol do bem comum a fim de que possa unir forças para alavancar o desenvolvimento nacional. Somente assim poderemos ter melhores índices nos próximos levantamentos do IDH da ONU.

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