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Governo e MPF dizem que resposta do X sobre imagens eróticas do Grok é insuficiente




Rede social X, do bilionário Elon Musk
AP Photo/Rick Rycroft
A explicação do X sobre as medidas tomadas para impedir o uso da inteligência artificial Grok para produzir imagens sexualizadas sem consentimento foi considerada insuficiente pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).
Os órgãos informaram nesta quarta-feira (11) avaliaram as respostas enviadas pela empresa, que disse ter removido milhares de publicações e suspendido centenas de contas por violação de suas políticas.
A avaliação é de que “as informações apresentadas não foram acompanhadas de evidências concretas, relatórios técnicos ou mecanismos de monitoramento que permitam aferir sua efetividade”.
Testes realizados pelas equipes técnicas dos órgãos indicaram que a rede social ainda permite gerar e compartilhar sem consentimento imagens sexualizadas ou erotizadas de crianças, adolescentes e adultos.
A ANPD e a Senacon determinaram que o X implemente imediatamente medidas para impedir o uso do Grok para criar esse tipo de conteúdo.
O MPF destacou que a empresa não foi transparente e ordenou que ela forneça relatórios mensais sobre sua atuação para evitar a produção dessas imagens.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

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