Cidades - O Seu Jornal https://oseujornal.com.br/cidades/ Mais do que notícias, informações! Mon, 13 Apr 2026 20:34:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://i0.wp.com/oseujornal.com.br/wp-content/uploads/2023/11/448020317_456241460490872_3954093572336729079_n-e1760032834415.jpg?fit=18%2C32&ssl=1 Cidades - O Seu Jornal https://oseujornal.com.br/cidades/ 32 32 213349603 Por que gigantes de tecnologia estão investindo em energia nuclear https://oseujornal.com.br/cidades/por-que-gigantes-de-tecnologia-estao-investindo-em-energia-nuclear/ https://oseujornal.com.br/cidades/por-que-gigantes-de-tecnologia-estao-investindo-em-energia-nuclear/#respond Mon, 13 Apr 2026 20:34:43 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/por-que-gigantes-de-tecnologia-estao-investindo-em-energia-nuclear/

Imagem de conceito de pequeno reator modular (SMR) da agência pública americana Energy Northwest Divulgação/Energy Northwest Gigantes de tecnologia estão investindo em empresas americanas de energia para acelerar a criação de reatores menores, mais avançados e mais escaláveis do que usinas nucleares convencionais. O interesse nos chamados pequenos reatores modulares (SMRs, na sigla em inglês) […]

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Imagem de conceito de pequeno reator modular (SMR) da agência pública americana Energy Northwest
Divulgação/Energy Northwest
Gigantes de tecnologia estão investindo em empresas americanas de energia para acelerar a criação de reatores menores, mais avançados e mais escaláveis do que usinas nucleares convencionais.
O interesse nos chamados pequenos reatores modulares (SMRs, na sigla em inglês) cresceu devido à busca de empresas por mais eletricidade para data centers de inteligência artificial.
❓ Um data center (“centro de dados”, em inglês) é um local que armazena e processa informações. Entre os tipos, estão os de nuvem (cloud), que operam serviços online, e de inteligência artificial, que treinam modelos de linguagem complexos.
Os data centers estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos nos EUA. Alguns estados americanos já discutem suspender temporariamente a construção desses espaços.
Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas
Em janeiro, a Meta fez um acordo para financiar a criação de duas unidades nucleares da Terrapower capazes de fornecer até 690 megawatts de potência.
A dona de Instagram, Facebook e WhatsApp fez ainda um acordo com a Oklo para criar um campus de energia nuclear de 1,2 gigawatts nos EUA.
A Amazon, por sua vez, está trabalhando com a X-energy para colocar em operação pequenos reatores nucleares nos Estados Unidos que somarão 5 GW de potência até 2039.
E o Google anunciou um compromisso com a Kairos Power para colocar seu primeiro pequeno reator nuclear modular em operação até 2030.
Meta, Amazon Web Services e Google
Reuters/Pete DaSilva; Reuters/Danielle Villasana; Reuters/Andrew Kelly
Nenhuma geradora de energia nuclear nos EUA começou a produzir eletricidade de forma comercial porque os projetos enfrentam restrições de financiamento e riscos por serem os primeiros do tipo.
Mas a corrida por energia adequada para alimentar data centers em meio à crescente demanda da IA dá um novo impulso ao setor.
Os acordos com big techs dão às geradoras de energia “a certeza de receita que os bancos comerciais exigirão para a dívida de construção” de projetos de energia nuclear, disse Shioly Dong, analista da BMI, uma unidade da Fitch Solutions, em entrevista à Reuters.
O uso de eletricidade nos EUA deve aumentar 1% este ano e 3% no próximo, segundo a Administração de Informação Energética (EIA), impulsionado principalmente pela demanda de data centers.
Diante desse cenário, pequenos reatores modulares estão surgindo como alternativas nucleares mais fáceis de serem financiadas.
Isso porque eles têm uma escala modular e cronogramas de construção mais curtos que reduzem a exposição ao capital inicial, disse Tim Winter, gerente de portfólio do Gabelli Utilities Fund (GABUX) da empresa de investimentos Gabelli Funds.
“O setor precisa de alguém que assuma os riscos de custos excedentes e atrasos. O grau em que os hiperescaladores estiverem dispostos a fazer isso determinará o quanto de impulso (esses acordos dão ao setor)”, acrescentou.
A demanda por IA está levando os clientes a firmarem contratos de longo prazo que possam apoiar o desenvolvimento de projetos, disse Bonita Chester, porta-voz da Oklo.
O acordo da empresa com a Meta, por exemplo, inclui financiamento para garantir combustível nuclear e avançar na primeira fase do projeto em Ohio.
O interesse de compradores de energia de longo prazo também atrai alguns investidores institucionais para o setor, que historicamente depende de apoio governamental e financiamento de capital de risco.
“Começamos a ouvir que os bancos estão ficando animados e interessados em fazer negócios nessa área, o que seria um grande desenvolvimento – ainda não tínhamos visto isso”, disse Tess Carter, diretora associada da prática de energia e clima do Rhodium Group.
Mas esses investidores institucionais ainda não estão fazendo aportes de larga escala. Isso porque o setor, descrito como “nuclear avançado”, ainda tem obstáculos incluindo altos riscos de construção e tecnologia.

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Geely lança novo sistema de motor híbrido em desafio a domínio da Toyota https://oseujornal.com.br/cidades/geely-lanca-novo-sistema-de-motor-hibrido-em-desafio-a-dominio-da-toyota/ https://oseujornal.com.br/cidades/geely-lanca-novo-sistema-de-motor-hibrido-em-desafio-a-dominio-da-toyota/#respond Mon, 13 Apr 2026 16:27:20 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/geely-lanca-novo-sistema-de-motor-hibrido-em-desafio-a-dominio-da-toyota/

Com motores mais potentes, recursos aprimorados de acionamento elétrico, menor consumo de combustível e inteligência avançada, “isso representa um desafio em grande escala ao domínio dos veículos totalmente híbridos japoneses nos mercados doméstico e internacional, ameaçando um dos segmentos mais lucrativos para os fabricantes japoneses”, acrescentou Zhang.

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Com motores mais potentes, recursos aprimorados de acionamento elétrico, menor consumo de combustível e inteligência avançada, “isso representa um desafio em grande escala ao domínio dos veículos totalmente híbridos japoneses nos mercados doméstico e internacional, ameaçando um dos segmentos mais lucrativos para os fabricantes japoneses”, acrescentou Zhang.

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Volta à Lua custa bilhões — mas o que os EUA ganham com isso? https://oseujornal.com.br/cidades/volta-a-lua-custa-bilhoes-mas-o-que-os-eua-ganham-com-isso/ https://oseujornal.com.br/cidades/volta-a-lua-custa-bilhoes-mas-o-que-os-eua-ganham-com-isso/#respond Mon, 13 Apr 2026 14:24:44 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/volta-a-lua-custa-bilhoes-mas-o-que-os-eua-ganham-com-isso/

Para financiar essa “nova corrida espacial”, o Congresso americano destinou à Nasa 24,4 bilhões de dólares (R$ 122,6 bilhões) para 2026, o que representa cerca de 0,35% de todos os gastos federais. O pedido de orçamento da agência para 2027 é um valor bem menor, de 18,8 bilhões de dólares (R$ 94,4 bilhões), e representa […]

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Para financiar essa “nova corrida espacial”, o Congresso americano destinou à Nasa 24,4 bilhões de dólares (R$ 122,6 bilhões) para 2026, o que representa cerca de 0,35% de todos os gastos federais. O pedido de orçamento da agência para 2027 é um valor bem menor, de 18,8 bilhões de dólares (R$ 94,4 bilhões), e representa a segunda tentativa do governo Trump de cortar o financiamento em quase 25%.

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Roblox vai exigir que crianças e adolescentes usem versões com jogos adequados às suas idades https://oseujornal.com.br/cidades/roblox-vai-exigir-que-criancas-e-adolescentes-usem-versoes-com-jogos-adequados-as-suas-idades/ https://oseujornal.com.br/cidades/roblox-vai-exigir-que-criancas-e-adolescentes-usem-versoes-com-jogos-adequados-as-suas-idades/#respond Mon, 13 Apr 2026 13:23:14 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/roblox-vai-exigir-que-criancas-e-adolescentes-usem-versoes-com-jogos-adequados-as-suas-idades/

Plataforma de jogos Roblox Oberan Copeland @veryinformed.com/Unsplash A plataforma de jogos Roblox anunciou nesta segunda-feira (13) dois novos tipos de contas voltados à proteção online de usuários com menos de 16 anos. Jogadores de 9 a 15 anos serão direcionados para a versão Roblox Select, enquanto os menores de 9 anos usarão o Roblox Kids. […]

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Plataforma de jogos Roblox
Oberan Copeland @veryinformed.com/Unsplash
A plataforma de jogos Roblox anunciou nesta segunda-feira (13) dois novos tipos de contas voltados à proteção online de usuários com menos de 16 anos.
Jogadores de 9 a 15 anos serão direcionados para a versão Roblox Select, enquanto os menores de 9 anos usarão o Roblox Kids. Maiores de 16 anos seguirão na versão padrão do Roblox.
Segundo a plataforma, o Roblox Select e o Roblox Kids dão acesso apenas a jogos que passarão por um processo de revisão para garantir que eles sejam adequados a cada faixa etária.
As novas versões incluem a maioria dos jogos já acessados por crianças e adolescentes, informou o Roblox. E, para dar mais controle para adultos, a plataforma liberou um recurso para pais liberarem ou proibirem jogos específicos para seus filhos.
Roblox ampliará verificação de idade em meio a críticas sobre proteção a crianças
Usuários serão direcionados para cada versão a partir do sistema de verificação de idade usado desde janeiro para liberar o acesso ao chat. O mecanismo de proteção para crianças gerou protestos virtuais dentro do jogo, com “cartazes” que se tornaram memes como “Quero injustiça”.
A verificação envolve o envio de uma selfie pelo aplicativo, como acontece para autorizar transações em aplicativos de bancos. O serviço faz uma estimativa da sua idade, que pode ser contestada com o envio do documento de identidade.
O Roblox disse que, desde janeiro, mais de 50% de seus usuários em todo o mundo já realizaram a verificação por meio da estimativa ou do envio do documento de identidade.
Com a mudança, usuários serão levados a uma das seguintes versões:
Roblox Kids (5 a 8 anos) tem jogos com classificação mínima ou leve, chat desativado por padrão e uma cor de fundo diferente para pais saberem rapidamente se as crianças estão na versão correta;
Roblox Select (9 a 15 anos) tem jogos com classificação mínima, leve ou moderada e chat limitado a amigos de confiança e de faixa etária semelhante;
Roblox “padrão” (a partir de 16 anos) tem acesso a todos os jogos, exceto aos de conteúdo restrito, voltados somente a maiores de 18 anos.
Segundo o Roblox, jogos com classificação mínima podem ter violência leve ocasional, sangue irreal e medo leve. Jogos com classificação leve podem incluir violência e medo leves repetidos, sangue irreal pesado e humor vulgar leve.
Jogos com classificação moderada podem incluir violência, humor vulgar e medo moderados, sangue realista leve e conteúdo de jogo de azar não jogável.
E jogos com classificação restrita podem ter violência intensa, sangue muito realista, humor grosseiro moderado, temas românticos, presença de álcool, linguagem forte e interações prolongadas com IA.
Os usuários terão um período de transição e, caso não façam a verificação de idade, só terão acesso a jogos liberados para crianças menores de 9 anos.
Crianças protestam no Roblox contra restrição do uso do chat
Reprodução/X
Plataforma de jogos Roblox é exibida em um tablet.
AP/Leon Keith

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Vale gastar mais de R$ 2 mil em fones sem fio? g1 testou AirPods Pro 3 e Galaxy Buds4 Pro https://oseujornal.com.br/cidades/vale-gastar-mais-de-r-2-mil-em-fones-sem-fio-g1-testou-airpods-pro-3-e-galaxy-buds4-pro/ https://oseujornal.com.br/cidades/vale-gastar-mais-de-r-2-mil-em-fones-sem-fio-g1-testou-airpods-pro-3-e-galaxy-buds4-pro/#respond Mon, 13 Apr 2026 08:18:11 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/vale-gastar-mais-de-r-2-mil-em-fones-sem-fio-g1-testou-airpods-pro-3-e-galaxy-buds4-pro/

Estojo aberto dos AirPods Pro 3 (à esquerda) ao lado do Galaxy Buds4 Pro Henrique Martin/g1 Artboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MAIOR DESTAQUEArtboard 1LARGURA TOTALGastar mais de R$ 2 mil em fones de ouvido sem fio é uma decisão que exige pesquisa. Modelos como os AirPods Pro 3, da Apple, e os Galaxy Buds4 Pro, […]

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Estojo aberto dos AirPods Pro 3 (à esquerda) ao lado do Galaxy Buds4 Pro
Henrique Martin/g1
Artboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MAIOR DESTAQUEArtboard 1LARGURA TOTALGastar mais de R$ 2 mil em fones de ouvido sem fio é uma decisão que exige pesquisa. Modelos como os AirPods Pro 3, da Apple, e os Galaxy Buds4 Pro, da Samsung, justificam o investimento com som excelente e uma série de recursos extras.🎧 O Guia de Compras testou os dois produtos, que custavam cerca de R$ 2.100 nas lojas da internet em abril. Os testes foram feitos nos últimos dois meses, avaliando qualidade sonora, cancelamento de ruídos, bateria e funções adicionais. Veja um resumo no infográfico abaixo e os resultados na sequência. Artboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MAIOR DESTAQUEArtboard 1LARGURA TOTALQualidade do som Vencedor: Galaxy Buds4 ProTítulo do card de ofertaDescrição da ofertaLista de característicasCaracterísticaAdicionar itemLista de linksLink 1TítuloURLLink 2TítuloURLLink 3TítuloURLAdicionar LinkA qualidade sonora nos dois fones é excelente. Ouvindo músicas em qualidade máxima nos streamings, é possível perceber mudanças nas nuances dos instrumentos. Seja em um funk mais antigo da Anitta (“Vai Malandra” é um ótimo exemplo para testar nos fones), seja em uma maluquice sonora moderna, como o duo canadense Angine de Poitrine, o som é equilibrado o suficiente e não requer ajustes de equalização. Nos podcasts, a voz do apresentador fica clara e nítida.Apesar de os dois terem alta qualidade, os fones da Samsung têm um resultado um pouco melhor, com um som mais encorpado e “quente” na comparação com os da Apple, sem exagerar nos tons mais graves. Artboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MAIOR DESTAQUEArtboard 1LARGURA TOTALCancelamento de ruído ativo Vencedor: AirPods Pro 3Título do card de ofertaDescrição da ofertaLista de característicasCaracterísticaAdicionar itemLista de linksLink 1TítuloURLLink 2TítuloURLLink 3TítuloURLAdicionar LinkUsando os AirPods Pro 3 e os Galaxy Buds4 Pro em diversas situações (metrô, shopping, redação do G1), foi possível entender que a Apple e a Samsung têm filosofias diferentes em relação ao cancelamento de ruído. A Samsung tem um cancelamento bom, mas que acaba deixando bastante som externo entrar. Isso pode ocorrer por pensar na segurança maior de quem está com os fones no ouvido ou por ser uma prioridade tecnológica menor do produto. No metrô de São Paulo, grande parte do ruído dos trilhos some, mas ainda fica um fundinho ali do barulho ao redor. Isso é mais perceptível ainda em um local público, como praça de alimentação de shopping center. Tem um burburinho em meio ao silêncio. Num dos testes com um ventilador forte ligado, o ruído reduziu bastante, mas não desapareceu por completo.Nos AirPods Pro 3 isso não ocorre, com um nível de redução de ruído muito maior. O som externo fica isolado e não dá para ouvir mesmo. É uma ferramenta de isolamento, com a sensação de estar em um shopping vazio – ou conseguir ignorar o som do ventilador. No metrô, os ruídos dos trilhos ficam ainda menores. Usar os AirPods Pro 3 lembra o isolamento de fones grandes, de marcas como Bose ou Sony. Isso não ocorre nos fones da Samsung. Artboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MAIOR DESTAQUEArtboard 1LARGURA TOTALRecursos adicionais Empate: AirPods Pro 3 e Galaxy Buds4 ProOs dois fones vão além de tocar música. Ambos permitem usar gestos de cabeça para atender ligações e acionar assistentes de voz ou chatbots de IA. Também funcionam com recursos de tradução em tempo real.Artboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MENOR DESTAQUEArtboard 1MAIOR DESTAQUEHabilitar ViewportPlayO modelo da Samsung se destaca por recursos de segurança, como um alerta de sirenes, e por lembrar o usuário de alongar o pescoço. Tem ainda uma função de deixar as ligações telefônicas em altíssima qualidade sonora. Mas alguém ainda fala ao telefone? Já a Apple integra recursos de saúde aos AirPods Pro 3, como medição de batimentos cardíacos e uma função de aparelho auditivo, aprovada pela Anvisa para casos de deficiência auditiva de leve a moderada em maiores de 18 anos.A Apple oferece os AirPods Pro 3 apenas em branco, a Samsung, com acabamento em preto, branco e rosa. Bateria Vencedor: AirPods Pro 3Ambos os fones têm boa duração de bateria, com o estojo de carregamento garantindo recargas adicionais. A Apple promete até 8 horas de uso com cancelamento de ruído ativo, enquanto a Samsung informa 6 horas. Com o estojo, ambos podem chegar at à 32 horas – ou uma recarga na tomada por semana. Pela maior autonomia dos fones, a vitória é dos AirPods Pro 3.Vale lembrar que os dois fones permitem carregamento sem fios. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.
Gastar mais de R$ 2 mil em fones de ouvido sem fio é uma decisão que exige pesquisa. Modelos como os AirPods Pro 3, da Apple, e os Galaxy Buds4 Pro, da Samsung, justificam o investimento com som excelente e uma série de recursos extras.
🎧 O Guia de Compras testou os dois produtos, que custavam cerca de R$ 2.100 nas lojas da internet em abril.
Os testes foram feitos nos últimos dois meses, avaliando qualidade sonora, cancelamento de ruídos, bateria e funções adicionais. Veja um resumo no infográfico abaixo e os resultados na sequência.
Infográfico mostra os melhores recursos de cada fone premium da Apple e da Samsung
Juan Silva/g1
Qualidade do som
Vencedor: Galaxy Buds4 Pro
Samsung Galaxy Buds4 Pro
A qualidade sonora nos dois fones é excelente. Ouvindo músicas em qualidade máxima nos streamings, é possível perceber mudanças nas nuances dos instrumentos.
Seja em um funk mais antigo da Anitta (“Vai Malandra” é um ótimo exemplo para testar nos fones), seja em uma maluquice sonora moderna, como o duo canadense Angine de Poitrine, o som é equilibrado o suficiente e não requer ajustes de equalização.
Nos podcasts, a voz do apresentador fica clara e nítida.
Apesar de os dois terem alta qualidade, os fones da Samsung têm um resultado um pouco melhor, com um som mais encorpado e “quente” na comparação com os da Apple, sem exagerar nos tons mais graves.
Fone dos AirPods 3 Pro (à esquerda) e dos Galaxy Buds4 Pro
Henrique Martin/g1
Cancelamento de ruído ativo
Vencedor: AirPods Pro 3
Apple AirPods Pro 3
Usando os AirPods Pro 3 e os Galaxy Buds4 Pro em diversas situações (metrô, shopping, redação do G1), foi possível entender que a Apple e a Samsung têm filosofias diferentes em relação ao cancelamento de ruído.
A Samsung tem um cancelamento bom, mas que acaba deixando bastante som externo entrar.
Isso pode ocorrer por pensar na segurança maior de quem está com os fones no ouvido ou por ser uma prioridade tecnológica menor do produto.
Isso é mais perceptível ainda em um local público, como praça de alimentação de shopping center. Tem um burburinho em meio ao silêncio. Num dos testes com um ventilador forte ligado, o ruído reduziu bastante, mas não desapareceu por completo.
No metrô de São Paulo, grande parte do ruído dos trilhos some, mas ainda fica um fundinho ali do barulho ao redor.
Nos AirPods Pro 3 isso não ocorre, com um nível de redução de ruído muito maior. O som externo fica isolado e não dá para ouvir mesmo. É uma ferramenta de isolamento, com a sensação de estar em um shopping vazio – ou conseguir ignorar o som do ventilador.
No metrô, os ruídos dos trilhos ficam ainda menores. Usar os AirPods Pro 3 lembra o isolamento de fones grandes, de marcas como Bose ou Sony. Isso não ocorre nos fones da Samsung.
Estojo do AirPods Pro 3 (à esquerda) ao lado do Galaxy Buds4 Pro
Henrique Martin/g1
Recursos adicionais
Empate: AirPods Pro 3 e Galaxy Buds4 Pro
Os dois fones vão além de tocar música. Ambos permitem usar gestos de cabeça para atender ligações e acionar assistentes de voz ou chatbots de IA. Também funcionam com recursos de tradução em tempo real.
Fones que ‘traduzem’ vários idiomas: g1 testa AirPods Pro 3 e Galaxy Buds3 Pro
O modelo da Samsung se destaca por recursos de segurança, como um alerta de sirenes, e por lembrar o usuário de alongar o pescoço.
Tem ainda uma função de deixar as ligações telefônicas em altíssima qualidade sonora. Mas alguém ainda fala ao telefone?
Já a Apple integra recursos de saúde aos AirPods Pro 3, como medição de batimentos cardíacos e uma função de aparelho auditivo, aprovada pela Anvisa para casos de deficiência auditiva de leve a moderada em maiores de 18 anos.
A Apple oferece os AirPods Pro 3 apenas em branco, a Samsung, com acabamento em preto, branco e rosa.
Bateria
✅ Vencedor: AirPods Pro 3
Ambos os fones têm boa duração de bateria, com o estojo de carregamento garantindo recargas adicionais.
A Apple promete até 8 horas de uso com cancelamento de ruído ativo, enquanto a Samsung informa 6 horas. Com o estojo, ambos podem chegar até 32 horas – ou uma recarga completa na tomada por semana. Pela maior autonomia dos fones, a vitória é dos AirPods Pro 3.
Vale lembrar que os dois fones permitem carregamento sem fios.
Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

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As vídeos virais de IA da guerra do Irã no estilo Lego – divertimento ou propaganda? https://oseujornal.com.br/cidades/as-videos-virais-de-ia-da-guerra-do-ira-no-estilo-lego-divertimento-ou-propaganda/ https://oseujornal.com.br/cidades/as-videos-virais-de-ia-da-guerra-do-ira-no-estilo-lego-divertimento-ou-propaganda/#respond Sun, 12 Apr 2026 16:59:29 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/as-videos-virais-de-ia-da-guerra-do-ira-no-estilo-lego-divertimento-ou-propaganda/

EXPLOSIVE MEDIA À primeira vista, parecem cenas que poderiam ter saído de um filme de Lego, embora mais vívidas e aceleradas. Mas esses vídeos virais gerados por IA, inspirados na estética Lego instantaneamente reconhecível, apresentam crianças morrendo, caças e o presidente dos EUA, Donald Trump — e são, na verdade, propaganda pró-Irã. Para nosso novo […]

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EXPLOSIVE MEDIA
À primeira vista, parecem cenas que poderiam ter saído de um filme de Lego, embora mais vívidas e aceleradas.
Mas esses vídeos virais gerados por IA, inspirados na estética Lego instantaneamente reconhecível, apresentam crianças morrendo, caças e o presidente dos EUA, Donald Trump — e são, na verdade, propaganda pró-Irã.
Para nosso novo podcast da BBC, Top Comment (disponível somente em inglês), falamos com um representante da Explosive Media, uma das principais contas responsáveis por gerar esses clipes. Ele pediu que nos referíssemos a ele como Sr. Explosive.
Trata-se de um operador experiente de redes sociais que inicialmente nega trabalhar para o governo iraniano. Em entrevistas anteriores, o veículo afirmou ser “totalmente independente”. Mas, após mais questionamentos, o Sr. Explosive admite que o regime é um “cliente” — algo que ele nunca havia confirmado publicamente.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A mensagem predominante desses vídeos é que o Irã estaria resistindo ao que vê como um opressor global todo‑poderoso: os Estados Unidos.
Os clipes são chamativos e nada sutis — mas isso não diminuiu a intensidade com que as pessoas os compartilham e comentam.
Os vídeos de propaganda gerados por IA da Explosive Media não são tão sutis
EXPLOSIVE MEDIA
Em um dos vídeos, Donald Trump cai por um turbilhão de documentos do “arquivo Epstein”, enquanto letras de rap dizem que “os segredos estão vazando, a pressão está aumentando”.
Em outro, George Floyd aparece sob a bota de um policial enquanto ouvimos que o Irã está “aqui por todos aqueles a quem o seu sistema já prejudicou”.
“Slopaganda” — termo cunhado em um artigo acadêmico no ano passado como um trocadilho com “IA ruim” — é fraco demais para capturar o quão poderoso é esse conteúdo “altamente sofisticado”, afirma a especialista em propaganda, Emma Briant.
Estima‑se que clipes de propaganda gerados por IA tenham sido vistos centenas de milhões de vezes ao longo da guerra.
Em nossa chamada de vídeo com o Sr. Explosive, ele aparece em silhueta, ladeado por luzes vermelha e verde, as cores da bandeira iraniana.
Ele diz que sua equipe na Explosive Media é composta por menos de dez pessoas, que usam gráficos em estilo Lego “porque é uma linguagem universal”. Contas de mídia estatal iranianas e russas no X compartilham regularmente os vídeos com milhões de seguidores.
Perguntamos ao Sr. Explosive por que os arquivos Epstein aparecem com tanta frequência em seus vídeos.
Ele diz que é para mostrar ao público o “tipo de confronto que eles estão testemunhando” entre o Irã — que estaria “buscando verdade e liberdade” — e “aqueles que se associam a canibais”.
Trata‑se de uma referência à teoria de que os arquivos Epstein ligariam o governo Trump ao canibalismo — uma alegação para a qual não há nenhuma evidência confiável.
Os vídeos também estão repletos de imprecisões factuais — então perguntamos ao Sr. Explosive sobre elas.
Em um clipe, o Exército iraniano é mostrado capturando um piloto de caça dos EUA abatido. Autoridades americanas confirmaram que o aviador abatido — que ficou isolado em uma região remota e montanhosa do Irã após sua aeronave ser derrubada — foi resgatado por forças especiais dos EUA em 4 de abril.
O Sr. Explosive não aceita isso, dizendo: “Possivelmente não houve piloto perdido, não houve operação de resgate. O principal objetivo deles era roubar urânio do Irã.”
Quando insistimos — citando autoridades dos EUA que dizem que o aviador agora está recebendo tratamento no Kuwait — ele afirma: “Apenas 13% do que Trump diz se baseia em fatos.”
O vídeo sobre o aviador da Explosive Media amplificou com sucesso essa narrativa alternativa entre públicos de língua inglesa.
Uma influenciadora partidária baseada nos EUA no TikTok — @newswithsteph — disse a seus seguidores que os vídeos Lego haviam sido “surpreendentemente precisos até agora; eles deram a notícia sobre a recente missão do piloto americano, que não foi uma missão de resgate, mas uma missão de operações especiais para urânio”.
A IA permitiu que o Irã e outros se comunicassem diretamente com públicos ocidentais de forma mais eficaz do que nunca, diz Briant. Eles estão usando ferramentas treinadas com dados ocidentais, o que as torna ideais para criar conteúdo “culturalmente apropriado”.
Isso é algo que “países autoritários que querem atingir o Ocidente não tiveram no passado”.
Tine Munk, especialista em guerra cibernética da Nottingham Trent University, caracteriza as táticas do Irã como “guerra memética defensiva”, que os criadores veem como necessária para combater a retórica dos EUA.
Os vídeos da Explosive Media surgiram pela primeira vez no início de 2025 — mas sua popularidade cresceu enormemente após a guerra entre EUA e Irã.
Os clipes em estilo Lego também estão se tornando cada vez mais detalhados, mostrando locais muito específicos do Golfo, incluindo usinas de energia, aeroportos e áreas industriais sendo totalmente destruídos por mísseis iranianos.
Na realidade, a maioria sofreu apenas danos limitados.
A ação militar dos EUA e de Israel causou destruição no Irã desde o início da guerra, em fevereiro
GETTY IMAGES
Os vídeos geralmente são produzidos em “tempo real” e aparecem rapidamente após grandes acontecimentos da guerra. Um vídeo sobre o acordo de cessar‑fogo foi publicado antes de qualquer anúncio oficial.
Segundo autoridades desses países, milhares de pessoas morreram no Irã, no Líbano e em outros países do Oriente Médio. O conflito atual começou em fevereiro depois que os EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã.
Após algumas idas e vindas em nossa conversa, o Sr. Explosive admite que o governo iraniano é, de fato, um “cliente” de sua empresa. Em mensagens anteriores no Instagram, ele havia nos dito que sua operação foi diretamente contratada para vários projetos por autoridades iranianas.
Antes do início da guerra neste ano, milhares de manifestantes foram mortos em uma repressão brutal do regime. A agência americana Human Rights Activists News Agency (Hrana) relata um número de mortos de pelo menos 7.000 civis.
Mas o Sr. Explosive defende a relação de sua equipe com o governo, dizendo que foi “honroso trabalhar pela pátria”. Ele descarta os recentes protestos em massa como um “golpe” financiado pelo presidente Trump.
O Sr. Explosive também rejeita as alegações que apresentamos de que seus vídeos utilizam clichês antissemitas. “Nossos vídeos não são antissemitas; nossos vídeos são antissionistas”, afirma. Ao defender a representação do primeiro‑ministro israelense Benjamin Netanyahu bebendo sangue, ele diz que esse tipo de imagem destaca as “atrocidades cometidas por ele”.
A maioria dos iranianos não consegue usar a internet devido a um bloqueio nacional de internet. O Sr. Explosive afirma que conseguiu contatar a BBC usando “internet para jornalistas” concedida pelo governo iraniano. O Irã é consistentemente classificado como um dos países mais repressivos do mundo em termos de liberdade de imprensa.
Especialistas acreditam que os clipes sofisticados gerados por IA podem representar uma forma poderosa de diplomacia na internet que veio para ficar
EXPLOSIVE MEDIA
Plataformas de redes sociais têm derrubado contas com os vídeos em estilo Lego, mas novas parecem surgir com a mesma rapidez.
Trata‑se de uma forma de diplomacia na internet ágil e agressiva que parece ter vindo para ficar, segundo Munk.
Crucialmente, acrescenta ela, isso “elimina os intermediários, elimina a imprensa, a mídia de massa, e faz circular memes constantemente.”
“A diplomacia tradicional não existe aqui. E isso embaralha nossa compreensão do que está acontecendo. Mas também aumenta o risco de má interpretação e escalada. Portanto, estamos em uma espécie de limbo”.
Este texto foi traduzido e revisado por nossos jornalistas utilizando o auxílio de IA, como parte de um projeto piloto
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Quem é Satoshi Nakamoto? Investigação reacende debate sobre identidade de criador do bitcoin https://oseujornal.com.br/cidades/quem-e-satoshi-nakamoto-investigacao-reacende-debate-sobre-identidade-de-criador-do-bitcoin/ https://oseujornal.com.br/cidades/quem-e-satoshi-nakamoto-investigacao-reacende-debate-sobre-identidade-de-criador-do-bitcoin/#respond Sat, 11 Apr 2026 09:14:14 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/quem-e-satoshi-nakamoto-investigacao-reacende-debate-sobre-identidade-de-criador-do-bitcoin/

Ao mesmo tempo, há pontos que complicam essa hipótese: Back apresentou e-mails de 2008 mostrando que Satoshi entrou em contato com ele antes da publicação do white paper, o que, em tese, indicaria que eram pessoas diferentes — embora o próprio texto levante a possibilidade, ainda que especulativa, de que essa troca pudesse ter sido […]

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Ao mesmo tempo, há pontos que complicam essa hipótese: Back apresentou e-mails de 2008 mostrando que Satoshi entrou em contato com ele antes da publicação do white paper, o que, em tese, indicaria que eram pessoas diferentes — embora o próprio texto levante a possibilidade, ainda que especulativa, de que essa troca pudesse ter sido criada como forma de despistar.

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OpenAI, dona do ChatGPT, vê ameaça da IA ao emprego e defende semana de 4 dias https://oseujornal.com.br/cidades/openai-dona-do-chatgpt-ve-ameaca-da-ia-ao-emprego-e-defende-semana-de-4-dias/ https://oseujornal.com.br/cidades/openai-dona-do-chatgpt-ve-ameaca-da-ia-ao-emprego-e-defende-semana-de-4-dias/#respond Sat, 11 Apr 2026 06:11:33 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/openai-dona-do-chatgpt-ve-ameaca-da-ia-ao-emprego-e-defende-semana-de-4-dias/

Sam Altman, CEO da OpenAI Yuichi YAMAZAKI / AFP Um relatório da OpenAI, dona do ChatGPT, propõe que o avanço da inteligência artificial não seja usado apenas para aumentar lucros, mas também para ampliar o bem-estar da população. O documento da bigtech, intitulado “Política Industrial para a Era da Inteligência”, foi divulgado neste mês. 📱 […]

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Sam Altman, CEO da OpenAI
Yuichi YAMAZAKI / AFP
Um relatório da OpenAI, dona do ChatGPT, propõe que o avanço da inteligência artificial não seja usado apenas para aumentar lucros, mas também para ampliar o bem-estar da população.
O documento da bigtech, intitulado “Política Industrial para a Era da Inteligência”, foi divulgado neste mês.
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Nele, a empresa afirma que, enquanto novas formas de trabalho surgirão, “alguns empregos desaparecerão” e indústrias inteiras serão remodeladas em uma velocidade sem precedentes históricos.
Entre as propostas apresentadas, a OpenAI defende a redução da jornada de trabalho sem corte de salários. A sugestão é incentivar testes com semanas de quatro dias (32 horas), mantendo os níveis de produção e serviço.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo o relatório, o tempo economizado com a automação de tarefas poderia ser convertido em folgas ou em uma jornada menor.
A empresa argumenta que a automação de atividades repetitivas e administrativas tende a liberar tempo, que deveria ser “devolvido” aos trabalhadores. O documento também sugere ampliar contribuições para aposentadoria e oferecer apoio para cuidados com filhos e idosos.
Outro ponto destacado é a participação dos funcionários na adoção da IA nas empresas.
A OpenAI diz que trabalhadores deveriam ter voz formal nesse processo, ajudando a definir como a tecnologia será usada, com foco na redução de tarefas perigosas ou exaustivas, e não apenas no aumento da produtividade ou da vigilância.
O relatório também menciona a criação de um fundo para distribuir parte dos ganhos econômicos gerados pela IA à população, independentemente da renda.
Por fim, a empresa afirma que a IA deve ser tratada como infraestrutura essencial, semelhante à eletricidade e à internet, e defende a oferta de versões acessíveis da tecnologia para pequenos negócios e comunidades de baixa renda.
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Ataque hacker desvia pagamento e causa prejuízo milionário a empresa de energia no Reino Unido https://oseujornal.com.br/cidades/ataque-hacker-desvia-pagamento-e-causa-prejuizo-milionario-a-empresa-de-energia-no-reino-unido/ https://oseujornal.com.br/cidades/ataque-hacker-desvia-pagamento-e-causa-prejuizo-milionario-a-empresa-de-energia-no-reino-unido/#respond Fri, 10 Apr 2026 23:04:14 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/ataque-hacker-desvia-pagamento-e-causa-prejuizo-milionario-a-empresa-de-energia-no-reino-unido/

O bloqueio de tela é uma das medidas de segurança mais importantes em smartphones. Sem bloqueio, qualquer contato breve com o aparelho é suficiente para instalar um programa espião Altieres Rohr/G1 Uma empresa de energia no Reino Unido sofreu um prejuízo de 700 mil libras esterlinas (cerca de R$ 4,7 milhões) após um ataque hacker […]

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O bloqueio de tela é uma das medidas de segurança mais importantes em smartphones. Sem bloqueio, qualquer contato breve com o aparelho é suficiente para instalar um programa espião
Altieres Rohr/G1
Uma empresa de energia no Reino Unido sofreu um prejuízo de 700 mil libras esterlinas (cerca de R$ 4,7 milhões) após um ataque hacker desviar o destino de um pagamento que seria feito a outra companhia.
O caso se tornou público na última quinta-feira (9) e envolveu a subsidiária americana da Zephyr Energy, empresa britânica de petróleo e gás que relatou o incidente a seus investidores.
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O ataque fez o valor ser transferido para um terceiro sem envolvimento na negociação, informou a Zephyr Energy.
“A empresa notificou imediatamente as autoridades policiais competentes e está trabalhando com os bancos e consultores envolvidos para tentar recuperar os fundos desviados”, continuou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A empresa não detalhou a invasão, mas esse tipo de ataque costuma envolver acessos indevidos a caixas de entrada de e-mails e a sistemas de contabilidade, por exemplo.
Os “ataques de comprometimento de e-mail comercial” estão entre os mais comuns e, em 2025, geraram prejuízo de mais de US$ 3 bilhões para milhares de vítimas em 2025, segundo um relatório do FBI.
A Zephyr Energy disse que seus sistemas estão sendo monitorados continuamente e que, apesar de seguir padrões de mercado, adotou novas camadas de segurança.
A empresa disse ainda que está realizando suas atividades normalmente e que tem capital de giro suficiente para que a invasão não afete sua operação.
Área de exploração de petróleo da Zephyr Energy em Utah, nos Estados Unidos
Divulgação/Zephyr Energy

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CEO da OpenAI tem casa atingida por coquetel molotov, diz site https://oseujornal.com.br/cidades/ceo-da-openai-tem-casa-atingida-por-coquetel-molotov-diz-site/ https://oseujornal.com.br/cidades/ceo-da-openai-tem-casa-atingida-por-coquetel-molotov-diz-site/#respond Fri, 10 Apr 2026 19:01:26 +0000 https://oseujornal.com.br/cidades/ceo-da-openai-tem-casa-atingida-por-coquetel-molotov-diz-site/

Sam Altman JN O CEO do OpenAI, Sam Altman, teve sua casa em São Francisco, nos Estados Unidos, atingida por um coquetel molotov nesta sexta-feira, segundo a Wired. O suspeito pelo ataque é um homem de 20 anos preso em flagrante, disse a polícia de São Francisco. Não há feridos nem danos de grande proporção […]

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Sam Altman
JN
O CEO do OpenAI, Sam Altman, teve sua casa em São Francisco, nos Estados Unidos, atingida por um coquetel molotov nesta sexta-feira, segundo a Wired.
O suspeito pelo ataque é um homem de 20 anos preso em flagrante, disse a polícia de São Francisco. Não há feridos nem danos de grande proporção à residência, informou a OpenAI a funcionários, de acordo com a Wired.
“Hoje de manhã, alguém atirou um coquetel molotov na casa de Sam Altman e também fez ameaças à nossa sede em São Francisco. Felizmente, ninguém ficou ferido”, diz o comunicado da empresa.
A polícia afirmou que o homem arremessou um “dispositivo destrutivo incendiário” contra a casa, o que causou um incêndio em um portão externo.
Cerca de uma hora depois, agentes atenderam a outra ocorrência em um estabelecimento comercial na região envolvendo um homem que ameaçava incendiar o prédio.
“Quando os policiais chegaram ao local, reconheceram o homem como o mesmo suspeito do incidente anterior e o detiveram imediatamente”, afirmou a polícia, em comunicado.
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