Economia - O Seu Jornal https://oseujornal.com.br/brasil/economia/ Mais do que notícias, informações! Sun, 05 Jul 2026 03:12:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://oseujornal.com.br/wp-content/uploads/2023/11/448020317_456241460490872_3954093572336729079_n-e1760032834415-150x150.jpg Economia - O Seu Jornal https://oseujornal.com.br/brasil/economia/ 32 32 Veja os números da mega-sena sorteados neste sábado (4) https://oseujornal.com.br/veja-os-numeros-da-mega-sena-sorteados-neste-sabado-4/ https://oseujornal.com.br/veja-os-numeros-da-mega-sena-sorteados-neste-sabado-4/#respond Sun, 05 Jul 2026 03:12:57 +0000 https://oseujornal.com.br/veja-os-numeros-da-mega-sena-sorteados-neste-sabado-4/

A Caixa Econômica Federal sorteou na noite deste sábado (4) os seis números do concurso 3.027 de Mega-Sena. São eles: 06 – 15 – 16 – 24 – 34 -47 Segundo a Caixa, ninguém acertou as seis dezenas que davam o direito ao prêmio de R$ 32.014.568,74. 44 apostas acertaram cinco números e cada uma vai […]

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A Caixa Econômica Federal sorteou na noite deste sábado (4) os seis números do concurso 3.027 de Mega-Sena. São eles:

06 – 15 – 16 – 24 – 34 -47

Segundo a Caixa, ninguém acertou as seis dezenas que davam o direito ao prêmio de R$ 32.014.568,74.

44 apostas acertaram cinco números e cada uma vai receber R$ 45.413,55.

3.304 apostas acertaram quatro números e cada uma vai receber R$ 996,89.

Aposta

Para o próximo concurso da Mega-Sena, a estimativa é de pagar um prêmio de R$ 38 milhões. As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (7), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.


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Zona norte é região do Rio com maiores temperaturas, aponta estudo https://oseujornal.com.br/zona-norte-e-regiao-do-rio-com-maiores-temperaturas-aponta-estudo/ https://oseujornal.com.br/zona-norte-e-regiao-do-rio-com-maiores-temperaturas-aponta-estudo/#respond Sat, 04 Jul 2026 22:07:33 +0000 https://oseujornal.com.br/zona-norte-e-regiao-do-rio-com-maiores-temperaturas-aponta-estudo/

A zona norte da cidade do Rio de Janeiro é a região na capital fluminense com maiores índices de temperatura da superfície terrestre, aponta estudo solicitado pelo Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público do Rio de Janeiro (Gaema). O trabalho analisou a evolução das ilhas de calor na cidade ao longo dos últimos […]

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A zona norte da cidade do Rio de Janeiro é a região na capital fluminense com maiores índices de temperatura da superfície terrestre, aponta estudo solicitado pelo Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público do Rio de Janeiro (Gaema). O trabalho analisou a evolução das ilhas de calor na cidade ao longo dos últimos 25 anos, entre 2001 e 2025.

A pesquisa, desenvolvida em cooperação técnica com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), servirá de subsídio ao inquérito civil que acompanha medidas compensatórias ambientais na capital e fornecerá subsídios técnicos para a atuação do Ministério Público na promoção de políticas voltadas à adaptação às mudanças climáticas.

Realizado pelo Laboratório Integrado de Geografia Física Aplicada, em conjunto com o Departamento de Geografia e o Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFRRJ, o estudo apresenta um mapeamento inédito da temperatura da superfície terrestre, da cobertura vegetal e das áreas construídas do município do Rio de Janeiro no período analisado.

Os dados foram sistematizados por bairros, regiões administrativas, áreas de planejamento e comunidades, permitindo identificar os locais mais suscetíveis à formação de ilhas de calor urbanas. O fenômeno é característico de áreas com elevada impermeabilização do solo, pouca cobertura vegetal e intensa ocupação urbana.

A análise revela um aumento expressivo da temperatura da superfície terrestre em todas as áreas de planejamento (APs) da cidade ao longo dos últimos 25 anos, ampliando os espaços da ilha de calor urbana. A área, que abrange grande parte da zona norte do município do Rio, apresentou os maiores índices de temperatura da superfície terrestre, alcançando valores médios de 42,3°C, em 2025, destacando a região como a mais quente da cidade no século.

De acordo com os pesquisadores, esse cenário está associado à elevada urbanização, à escassez de áreas verdes e à predominância de superfícies impermeáveis, que favorecem a formação de ilhas de calor.

A região também reúne os menores índices de cobertura vegetal e os maiores percentuais de área construída do município. Durante o verão, bairros como Vila da Penha, Higienópolis, Jacaré e Del Castilho registraram temperaturas da superfície terrestre próximas de 47°C, enquanto em outras comunidades também da zona norte os valores alcançaram a casa dos 50°C.

Em contrapartida, a área que compreende bairros da zona sul da cidade manteve-se como a mais amena do município, com temperaturas em torno dos 25°C, favorecida pela maior cobertura vegetal, pela influência do Maciço da Tijuca, entre outras amenidades naturais, como parques e espaços com ampla vegetação.

O estudo também chama atenção para as áreas de planejamento, que abrangem as zonas oeste e sudoeste da cidade e concentram importantes frentes de expansão urbana. Segundo os pesquisadores, essas regiões merecem acompanhamento permanente diante do avanço de empreendimentos industriais, logísticos e imobiliários, que podem intensificar a formação de ilhas de calor, caso a expansão não seja acompanhada de medidas adequadas de planejamento ambiental.

O diagnóstico permitirá ao Gaema direcionar a atuação para as áreas mais vulneráveis ao aquecimento urbano e subsidiar a avaliação de medidas compensatórias ambientais e de políticas públicas voltadas à adaptação às mudanças climáticas.

O levantamento também servirá de base para a adoção e a fiscalização de medidas baseadas na natureza, como a ampliação da arborização urbana, a preservação das unidades de conservação e outras ações voltadas à redução dos impactos das mudanças climáticas, especialmente nas áreas mais vulneráveis da cidade.


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Bairro boêmio do Rio, Lapa ganha Distrito de Arte e Cultura https://oseujornal.com.br/bairro-boemio-do-rio-lapa-ganha-distrito-de-arte-e-cultura/ https://oseujornal.com.br/bairro-boemio-do-rio-lapa-ganha-distrito-de-arte-e-cultura/#respond Sat, 04 Jul 2026 21:06:25 +0000 https://oseujornal.com.br/bairro-boemio-do-rio-lapa-ganha-distrito-de-arte-e-cultura/

Tradicional bairro boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa ganhou o Distrito de Arte e Cultura, criado por meio de decreto. Entre as intervenções previstas está a implantação do Boulevard Selarón, no entorno da Escadaria Selarón. As obras compõem o projeto de requalificação urbana que transformará a área em um ambiente mais acessível e acolhedor para […]

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Tradicional bairro boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa ganhou o Distrito de Arte e Cultura, criado por meio de decreto. Entre as intervenções previstas está a implantação do Boulevard Selarón, no entorno da Escadaria Selarón. As obras compõem o projeto de requalificação urbana que transformará a área em um ambiente mais acessível e acolhedor para moradores e visitantes do ponto turístico.

A escadaria foi idealizada pelo pintor e ceramista chileno Jorge Selarón, radicado no Rio. De acordo com o Observatório do Turismo Carioca, é a terceira atração turística mais buscada pelos visitantes da capital fluminense, atrás apenas do Cristo Redentor e Pão de Açúcar, superando 1,5 milhão de turistas no ano.

O projeto do Distrito de Arte e Cultura da Lapa se propõe conectar Lapa, Glória e Santa Teresa.

Estão previstos o nivelamento das calçadas e a construção de um passeio para que os turistas e cariocas possam circular tranquilamente, além de um memorial em homenagem ao artista chileno.

Com investimento de R$ 1,7 milhão, as intervenções serão executadas em cerca de 2 mil metros quadrados nas ruas Joaquim Silva, Teotônio Regadas e Visconde de Maranguape.

O projeto contempla a implantação de 227 metros de nova pavimentação, a requalificação de 114 metros de calçadas e a modernização das redes de infraestrutura urbana, para garantir melhores condições de circulação no entorno da escadaria.

A Rua Visconde de Maranguape, no trecho próximo à Sala Cecília Meireles, receberá uma baia para embarque e desembarque de ônibus e vans de turismo para melhorar a organização do espaço.

Já na Rua Joaquim Silva, em frente à escadaria, a calçada será alargada para ampliar o espaço destinado aos pedestres em um dos trechos de maior movimentação da região, o que vai favorecer a circulação e a permanência de visitantes.

A Rua Teotônio Regadas passará a ser somente rua de serviço com pista elevada ao mesmo nível das calçadas, formando uma plataforma única em piso intertravado. A solução prioriza os deslocamentos a pé, amplia a acessibilidade e ordena o fluxo de pedestres e veículos no acesso ao monumento. 


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Professora criou Ara Ketu inconformada com injustiças na periferia https://oseujornal.com.br/professora-criou-ara-ketu-inconformada-com-injusticas-na-periferia/ https://oseujornal.com.br/professora-criou-ara-ketu-inconformada-com-injusticas-na-periferia/#respond Sat, 04 Jul 2026 20:05:01 +0000 https://oseujornal.com.br/professora-criou-ara-ketu-inconformada-com-injusticas-na-periferia/

A professora e historiadora baiana Vera Lacerda, de 79 anos, lembra, em detalhes, os sentimentos que fizeram com que ela criasse, em março de 1980, o bloco e também o instituto Ara Ketu, no bairro periférico de Periperi, em Salvador (BA).  Ao lado do primo, Augusto César (que morreu em 2016), a música e o […]

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A professora e historiadora baiana Vera Lacerda, de 79 anos, lembra, em detalhes, os sentimentos que fizeram com que ela criasse, em março de 1980, o bloco e também o instituto Ara Ketu, no bairro periférico de Periperi, em Salvador (BA). 

Ao lado do primo, Augusto César (que morreu em 2016), a música e o carnaval, que se tornaram famosos, eram apenas parte dos ideais. Ela queria gerar impacto social, conforme compartilhou, na sexta (3), ao lado de outras artistas no Festival Latinidades, em Brasília (DF). 

O nome da agremiação homenageia a cidade de Ketu, no Benim. Trata-se de uma das regiões de onde foram traficadas mais pessoas escravizadas para o Brasil.

Vera explica que a motivação para o bloco nasceu do inconformismo com as desigualdades sociais na região do subúrbio ferroviário. A professora de história, mestre em filosofia, descobriu que poderia utilizar a música como instrumento de transformação e inclusão.

“Minha luta era tirar os meninos do tráfico de drogas e da marginalidade. Eu consegui muito”, orgulha-se, em entrevista à Agência Brasil.

Ela cita que mais de três mil jovens já realizaram cursos profissionalizantes tanto da área musical quanto de outras atividades. O bloco ganhou reconhecimento em todo o Brasil e também no exterior.

Mas a professora, que vai completar 80 anos em setembro, diz que o maior dos reconhecimentos é quando recebe ligações de pessoas que passaram pelo bloco e pelo instituto para agradecer pelo trabalho que conseguiram em função dos cursos que realizaram. 

Vera já foi agraciada pela Academia Brasileira de Letras com o título do “comendadora” pelo trabalho social que rima com música que extrapolou a Bahia.

Didá, bloco no feminino

A professora Vera Lacerda é inspiração também para a presidente de outro bloco tradicional de Salvador, o Didá, da comunidade do Pelourinho. Trata-se de uma banda e agremiação exclusivamente voltada para mulheres. Débora Souza, de 48 anos, presidente desde 2009, é filha de Antônio Luiz Alves Souza, mais conhecido como Neguinho do Samba, fundador do Didá. 

Débora diz que já passaram pelo bloco mais de cinco mil mulheres. “Através do tambor, nós passamos toda a lição. Nossas alegrias, nossos sentimentos e nossas reivindicações.”. 

Ela acrescenta que a ideologia principal da agremiação é a garantia da liberdade para todas as mulheres.

“No Bloco, a gente se sente empoderada. Armada com meu tambor, eu me sinto uma rainha.”

Periferia de Brasília

Na mesma mesa de debates do Festival Latinidades, estava a cantora e radialista Denise Oliveira, que atua como produtora da Rádio Nacional (da EBC), nasceu e se criou na região administrativa de São Sebastião (DF), área periférica nos arredores de Brasília.

“Graças a movimentos culturais como o Ara Ketu e o Didá, há transformação efetiva com novas perspectivas para as vidas das pessoas.”

Inclusive a auto identificação como pessoa preta. “Graças à arte, eu pude me encontrar como mulher negra, artista e trabalhadora de cultura desde os meus 15 anos de idade”. Ela destacou que as mulheres sempre estiveram na base da construção de iniciativas culturais como os blocos afros.“Eu cresci em movimento cultural na periferia. Depois virei cantora de samba”. Denise criou também um  projeto chamado “Vozes da Diversidade” em que ela entrevistava artistas periféricos do Distrito Federal. 

Era um programa independente e voluntário que, inclusive, foi indicado ao prêmio WME da Billboard, em 2024. Trata-se de uma premiação que reconhece histórias de empoderamento e representatividade feminina. “Fui uma das cinco radialistas do país indicada.”

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Brasil no Mundo traz detalhes do terremoto na Venezuela https://oseujornal.com.br/brasil-no-mundo-traz-detalhes-do-terremoto-na-venezuela/ https://oseujornal.com.br/brasil-no-mundo-traz-detalhes-do-terremoto-na-venezuela/#respond Sat, 04 Jul 2026 19:03:52 +0000 https://oseujornal.com.br/brasil-no-mundo-traz-detalhes-do-terremoto-na-venezuela/

A TV Brasil exibe neste domingo (5), às 19h30, uma edição inédita de Brasil no Mundo, programa que analisa os principais acontecimentos internacionais e seus impactos no país. Yan Boechat participa diretamente de Caracas, na Venezuela, e traz os detalhes do terremoto que atingiu o país e já deixou mais de 2.500 mortos. Além disso, Cristina Serra e […]

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A TV Brasil exibe neste domingo (5), às 19h30, uma edição inédita de Brasil no Mundo, programa que analisa os principais acontecimentos internacionais e seus impactos no país. Yan Boechat participa diretamente de Caracas, na Venezuela, e traz os detalhes do terremoto que atingiu o país e já deixou mais de 2.500 mortos.

Além disso, Cristina Serra e Jamil Chade, no Brasil, comentam os 35 anos do Mercosul, os protestos anti-imigração que ocorrem na África do Sul e a intensificação dos ataques russos contra a capital ucraniana.

Sobre a produção

O Brasil no Mundo se dedica a discutir, com profundidade e clareza, os grandes acontecimentos internacionais que moldam a política, a economia e a vida cotidiana. Conduzido por Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat, o programa combina análises de contexto, explicações acessíveis e entrevistas com especialistas que ajudam a iluminar os reflexos do cenário global no Brasil.

Cristina Serra atua como jornalista há mais de 40 anos, tendo trabalhado na Globo por 26 anos, como correspondente em Nova Iorque, entre outras funções. O jornalista Jamil Chade trabalha há duas décadas como correspondente de diversos veículos no escritório da Organização das Nações Unidas em Genebra, período em que contribuiu com BBC, CNN, Guardian e veículos brasileiros. Já Yan Boechat cobre conflitos internacionais há 20 anos para diversos veículos, como Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, e fez reportagens in loco na África, Oriente Médio, Rússia e América Latina.

O programa já recebeu personalidades como a ministra Marina Silva; o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30; o geógrafo Elias Jabbour; e a economista Juliana Furno.

Ao vivo e on demand   

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: 

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site  por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: 

Serviço   

Brasil no Mundo – Domingo, 5/7, às 19h30, na TV Brasil   

Brasil no Mundo – Madrugada de domingo, dia 5/7, para segunda, dia 6/7, às 2h, na TV Brasil   

TV Brasil na internet e nas redes sociais   

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Inea interdita área de extração ilegal de minério no estado do Rio https://oseujornal.com.br/inea-interdita-area-de-extracao-ilegal-de-minerio-no-estado-do-rio/ https://oseujornal.com.br/inea-interdita-area-de-extracao-ilegal-de-minerio-no-estado-do-rio/#respond Sat, 04 Jul 2026 18:02:48 +0000 https://oseujornal.com.br/inea-interdita-area-de-extracao-ilegal-de-minerio-no-estado-do-rio/

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizou, nessa sexta-feira (3), uma operação para combater extração mineral ilegal no município de Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. A equipe encontrou na Rua Sabará, distrito de Inoã, um trecho com desmatamento; corte de talude com riscos de queda de moradias vizinhas; e extração ilegal de […]

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O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizou, nessa sexta-feira (3), uma operação para combater extração mineral ilegal no município de Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

A equipe encontrou na Rua Sabará, distrito de Inoã, um trecho com desmatamento; corte de talude com riscos de queda de moradias vizinhas; e extração ilegal de minério em trecho de 17.886 metros quadrados.

A área foi interditada, e uma retroescavadeira foi apreendida e encaminhada para um depósito. Três pessoas foram autuadas pelo Inea com base na Lei Estadual 3.467/2000, cuja multa pode chegar a R$ 1 milhão.

Os infratores ambientais também foram conduzidos à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, onde prestaram depoimento e foram autuados por crime ambiental.

Desmatamento, erosão, modificação da paisagem e assoreamento de rios são alguns dos prejuízos ambientais causados pela extração mineral, quando realizada de forma irregular.


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Inmet alerta para chuva intensa em cidades do Nordeste e do Norte https://oseujornal.com.br/inmet-alerta-para-chuva-intensa-em-cidades-do-nordeste-e-do-norte/ https://oseujornal.com.br/inmet-alerta-para-chuva-intensa-em-cidades-do-nordeste-e-do-norte/#respond Sat, 04 Jul 2026 17:01:37 +0000 https://oseujornal.com.br/inmet-alerta-para-chuva-intensa-em-cidades-do-nordeste-e-do-norte/

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste sábado (4) um alerta amarelo de chuvas intensas para diversas cidades localizadas nos estados do Ceará, da Paraíba, do Piauí, do Maranhão e do Rio Grande do Norte. O alerta amarelo é o de menor gravidade utilizada pelo Inmet e indica situação de perigo potencial. O alerta […]

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste sábado (4) um alerta amarelo de chuvas intensas para diversas cidades localizadas nos estados do Ceará, da Paraíba, do Piauí, do Maranhão e do Rio Grande do Norte. O alerta amarelo é o de menor gravidade utilizada pelo Inmet e indica situação de perigo potencial.

O alerta vale para todo este sábado e indica que o acumulado de chuvas para o período pode ficar entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia.

Também foi emitido alerta amarelo de chuvas intensas para diversas cidades localizadas na Região Norte do país, nos estados de Roraima, Pará, Amapá e Amazonas.

Queda de temperatura

Já para os estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná, o Inmet emitiu alerta amarelo para queda de temperatura. Segundo o instituto, as temperaturas podem cair entre 3 e 5 graus (°C).

Na capital paulista, a temperatura máxima hoje não deve passar dos 17°C e a mínima é estimada em 13°C à noite. Por causa disso, a Defesa Civil da Cidade de São Paulo decretou estado de atenção para baixas temperaturas.

O Inmet também emitiu alerta amarelo para declínio de temperatura nos estados de Rondônia, do Amazonas, de Mato Grosso e do Acre.

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Ônibus com romeiros tomba no Ceará e provoca morte de duas pessoas https://oseujornal.com.br/onibus-com-romeiros-tomba-no-ceara-e-provoca-morte-de-duas-pessoas/ https://oseujornal.com.br/onibus-com-romeiros-tomba-no-ceara-e-provoca-morte-de-duas-pessoas/#respond Sat, 04 Jul 2026 16:01:01 +0000 https://oseujornal.com.br/onibus-com-romeiros-tomba-no-ceara-e-provoca-morte-de-duas-pessoas/

Um ônibus que transportava romeiros tombou hoje (4) na rodovia CE-456, na zona rural de Canindé, no interior do Ceará, e provocou a morte de duas pessoas. Segundo informações da Guarda Municipal de Canindé, o acidente ocorreu por volta das 6h, próximo à comunidade de Bom Jesus. O número total de feridos ainda não foi […]

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Um ônibus que transportava romeiros tombou hoje (4) na rodovia CE-456, na zona rural de Canindé, no interior do Ceará, e provocou a morte de duas pessoas. Segundo informações da Guarda Municipal de Canindé, o acidente ocorreu por volta das 6h, próximo à comunidade de Bom Jesus. O número total de feridos ainda não foi informado. As causas do acidente ainda serão apuradas.

O ônibus saiu da cidade de Brejo Santo, e se dirigia ao Santuário de São Francisco das Chagas, em Canindé.

Segundo informações do Hospital Regional São Francisco de Canindé, 23 pessoas deram entrada no setor de emergência da Santa Casa de Canindé. Dois desses pacientes tiveram que ser transferidos para o Hospital Terciário e quatro foram submetidos a procedimentos cirúrgicos e ortopédicos e estão internadas. Um total de 14 pacientes permanecem em observação no hospital.

Por meio de uma publicação em suas redes sociais, o Santuário de São Francisco das Chagas lamentou o grave acidente e disse ter se unido “em prece pelas vítimas, por seus familiares e por todos aqueles que enfrentam este momento de dor”.

Este é o segundo acidente com ônibus e vítimas fatais registrado no Ceará em menos de um mês. No dia 15 de junho, um ônibus que transportava um time de basquete tombou na CE-187, em Tauá, provocando a morte de sete atletas e deixando mais de 30 pessoas feridas.


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Operação no Rio desarticula esquema de desvio de combustível https://oseujornal.com.br/operacao-no-rio-desarticula-esquema-de-desvio-de-combustivel/ https://oseujornal.com.br/operacao-no-rio-desarticula-esquema-de-desvio-de-combustivel/#respond Sat, 04 Jul 2026 14:59:37 +0000 https://oseujornal.com.br/operacao-no-rio-desarticula-esquema-de-desvio-de-combustivel/

Operação contra o desvio de combustíveis que age em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense resultou na desarticulação de um esquema de furto de gasolina e derivados, no fechamento de umdesvio de combustíveis, conhecido como “biqueira”, e na prisão em flagrante de seis pessoas. A ação conjunta foi realizada nesta sexta-feira (3), por agentes da […]

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Operação contra o desvio de combustíveis que age em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense resultou na desarticulação de um esquema de furto de gasolina e derivados, no fechamento de umdesvio de combustíveis, conhecido como “biqueira”, e na prisão em flagrante de seis pessoas.

A ação conjunta foi realizada nesta sexta-feira (3), por agentes da Operação Foco, do Gabinete de Segurança Institucional do Rio (GSI-RJ), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Delfaz).

Durante a fiscalização, as equipes apreenderam 12.200 litros de combustíveis armazenados de forma irregular, sendo 5.000 litros de gasolina comum, 1.000 litros de gasolina aditivada, 2.300 litros de etanol, 1.000 litros de diesel S500 e 2.900 litros de diesel S10.

O galpão onde funcionava a “biqueira” foi interditado pela ANP e pela Polícia Civil. Também foram apreendidos R$ 22.750 em espécie. 

O dinheiro era utilizado para remunerar caminhoneiros que desviavam parte da carga transportada. As equipes localizaram ainda dois caminhões-tanque ligados ao esquema. Um estava estacionado no galpão e o outro foi interceptado quando deixava o local.

As investigações apontam que a fraude começava ainda nas distribuidoras. Os caminhões saíam das bases com lacres incompatíveis com as respectivas notas fiscais. Durante o percurso, os motoristas desviavam aproximadamente 20 litros de cada um dos oito compartimentos do tanque.

O combustível era descarregado na ‘biqueira’ mediante pagamento de R$ 70 a cada 20 litros. Em seguida, os compartimentos recebiam os lacres corretos, correspondentes à documentação da carga, dificultando a identificação da fraude pelas transportadoras e pelos clientes.

O combustível desviado era comercializado ilegalmente no local por valores inferiores aos praticados no mercado regular.  A prática também causa prejuízos às distribuidoras e transportadoras, além de gerar perdas na arrecadação tributária do Estado.

“Postos clandestinos de combustíveis causam prejuízos aos cofres públicos, estimulam a concorrência desleal e representam riscos à segurança da população, principalmente pela comercialização de produtos sem qualquer controle de qualidade”, afirmou o secretário do GSI-RJ, Roberto Lizandro Leão.

A Operação Foco mantém atuação permanente e integrada com órgãos estaduais e federais no enfrentamento aos crimes relacionados ao setor de combustíveis, fortalecendo o combate à sonegação fiscal, ao mercado clandestino e às organizações criminosas que atuam nessa cadeia.


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Anistia: conselheiro quer que empresas paguem por apoio à ditadura https://oseujornal.com.br/anistia-conselheiro-quer-que-empresas-paguem-por-apoio-a-ditadura/ https://oseujornal.com.br/anistia-conselheiro-quer-que-empresas-paguem-por-apoio-a-ditadura/#respond Sat, 04 Jul 2026 13:59:00 +0000 https://oseujornal.com.br/anistia-conselheiro-quer-que-empresas-paguem-por-apoio-a-ditadura/

Conselheiro da Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Prudente José Silveira Mello defende que as empresas que apoiaram a ditadura militar (1964-1985) devolvam aos cofres públicos parte do dinheiro que o Estado brasileiro vem gastando com indenizações pagas a perseguidos políticos. Relator do processo que resultou no reconhecimento, pela comissão, […]

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Conselheiro da Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Prudente José Silveira Mello defende que as empresas que apoiaram a ditadura militar (1964-1985) devolvam aos cofres públicos parte do dinheiro que o Estado brasileiro vem gastando com indenizações pagas a perseguidos políticos.

Relator do processo que resultou no reconhecimento, pela comissão, de que agentes do Estado perseguiram o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e seus associados, o advogado trabalhista incluiu em seu relatório a recomendação para que o Estado acione a Justiça a fim de estabelecer a corresponsabilidade de companhias nacionais e multinacionais que colaboraram para a repressão e a violação de direitos de trabalhadores. 

“Considerando que não se mostra juridicamente aceitável que o ônus financeiro dessas indenizações permaneça [sendo] exclusivamente suportado pela sociedade brasileira, quando existirem elementos suficientes a demonstrar que pessoas jurídicas e de direito privado participaram, concorreram ou se beneficiaram diretamente da estrutura repressiva instalada durante a ditadura, recomenda-se que o Estado brasileiro adote medidas institucionais destinadas ao exercício do direito regressivo em face das empresas nacionais e multinacionais que tenham colaborado direta ou indiretamente com a repressão política e com a prática de violações de direitos humanos”, sustentou Mello, durante a sessão plenária da comissão que culminou com o pedido oficial de desculpas ao sindicato.

Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o conselheiro destacou que há provas suficientes de que algumas grandes empresas contribuíram de forma sistemática e estrutural para o golpe de 1º de abril de 1964, quando o presidente eleito João Goulart foi deposto.

“A ditadura civil-militar contou com o apoio financeiro, econômico e logístico de parte do empresariado nacional e internacional”, afirmou Mello ao voltar a defender a responsabilização civil e financeira das empresas que colaboraram com a execução e manutenção do golpe de Estado. Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista que Mello concedeu à Agência Brasil.

Agência Brasil – O senhor pode explicar a recomendação que incluiu em seu voto?

Prudente Mello – Sim, mas, antes, é importante uma explicação prévia. O golpe de 1964 não foi um golpe militar. Não se trata de uma ditadura militar, mas sim de uma ditadura civil-militar que contou com o apoio financeiro, econômico e logístico de parte do empresariado nacional e internacional, via multinacionais. Há muitos documentos para sustentar o entendimento de que o empresariado não só foi conivente, como várias corporações ajudaram a financiar o regime e ações militares como a Operação Bandeirante [Oban]. Já no primeiro momento, em 1964, mais de 400 entidades sindicais de todo o país foram atingidas mediante intervenções, cassações e prisões de dirigentes.

Agência Brasil – Como agiam as empresas colaboracionistas que o senhor afirma que participaram, contribuíram e/ou se beneficiaram da estrutura repressiva militar a partir de 1964?

Prudente Mello – Por meio do conluio. Elas demitiram funcionários grevistas; patrocinaram a elaboração de `listas sujas´ que dificultavam ou impediam a recolocação de trabalhadores demitidos, chegando mesmo a repassar informações aos órgãos de segurança, o que, em alguns casos, resultou em prisões e mortes. E por quê? Por interesse do capital. O intuito empresarial era impedir a organização e a luta dos trabalhadores; suprimir seus direitos de reivindicar melhorias trabalhistas.

Agência Brasil – E o que exatamente o senhor propôs em relação a isso?

Prudente Mello – Minha recomendação é que, nos casos em que houver provas suficientes para estabelecer que uma determinada empresa contribuiu com a ditadura civil-militar e as graves violações de direitos humanos por agentes do Estado durante o período, o Estado brasileiro busque, na Justiça, responsabilizá-la. E, assim, cobre dela parte do dinheiro público que vem desembolsando para reparar financeiramente a perseguição política.

Agência Brasil – De quanto em dinheiro estamos falando?

Prudente MelloConsiderando os processos julgados pela Comissão de Anistia e que envolvem a reparação econômica em prestação única ou mensal permanente, já passa de R$ 1 bilhão. O importante não é só a recuperação financeira, mas a responsabilização das empresas que contribuíram para que uma ditadura civil-militar se instalasse e se perpetuasse por 21 anos. Levando essa discussão a cabo, talvez possamos impedir que fatos semelhantes voltem a ocorrer.

Agência Brasil – Mas há clima para fazer uma proposta como esta prosperar?

Prudente MelloA resposta a esta pergunta vale um milhão de dólares. Não sei dizer. É um tema duro. Estamos provocando o poder econômico; grandes empresas, especialmente transnacionais que resistem a admitir seus erros – no Brasil e em outros países, como Argentina ou Chile.

Agência Brasil – Na prática, como o Estado cobraria a responsabilização destas empresas e a restituição de parte dos valores gastos?

Prudente Mello – Instâncias estatais como a Advocacia Geral da União, Procuradoria-Geral da República, Ministério Público Federal ou Ministério Público do Trabalho têm legitimidade para promover essas ações, buscando o chamado direito regressivo do Estado. Mas o que apresentei é uma sugestão, uma recomendação que, primeiramente, precisa passar pelo crivo da Consultoria Jurídica do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. 

Agência Brasil – Existem, na legislação brasileira, mecanismos que permitam à Justiça estabelecer esta corresponsabilidade das empresas e ao Estado cobrar parte dos valores indenizatórios com que vem arcando sozinho? 

Prudente Mello – Entendo que sim. Podemos ter que enfrentar alguns aspectos, como a questão da prescrição, mas como o Estado brasileiro continua pagando ações decorrentes da perseguição política; como alguns destes casos podem não estar prescritos e como há outros que ainda vão ser julgados, pode ser que o Estado recupere uma parte daquilo que cabe às companhias que contribuíram para as violações.

Agência Brasil – Sua recomendação conta com o apoio da comissão de anistia?

Prudente Mello – Acredito que sim. Até porque, embora a sugestão em si não tenha sido votada na sessão desta quinta-feira, gerou manifestações favoráveis e nenhuma divergência ao fim da leitura do meu relatório. Arrisco dizer que esta é uma recomendação coerente com o aspecto político. Temos que aprender com a nossa história para impedir que fatos assim se repitam. A democracia é algo que a gente constrói todos os dias. Daí a importância do debate, da propagação de ideias.

A Agência Brasil pediu ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania que comentasse a recomendação de Mello, mas não recebeu resposta até o momento da publicação desta reportagem.

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